quinta-feira, 23 de Julho de 2009

SEMANA CULTURAL DE ANTAS 20 de Junho de 2009

A Rio Neiva, Associação de defesa do ambiente, colaborou com a Junta de Freguesia, na elaboração e concretização da semana cultural de Antas. Numa acção conjunta dos 3 departamentos (Pedestrianismo, BTT e canoagem) realizamos uma actividade que teve a aderência de muitas pessoas e ficará na nossa memória como uma actividade de sucesso, a todos os níveis, boa coordenação, companheirismo, entre-ajuda, alegria, divertimento, enfim...um dia bem passado!



O BTT em acção!

O Cbube de Caça e Pesca fez a sua colaboração, mostrando aos participantes uma largada de perdizes, que muito nos agradou pela curiosidade e pela novidade para quase todos.





Começa a participação do departamento Pé-ante-Pé, que fez a sua caminhada com os participantes, ente a Azenha do Grilo e a Azenha do Sebastião e que no seu trajecto, desafiou todos para que fosem respondendo a questões, que embora fossem elucidando sobre alguns pontos de pasagem, exigiam respostas.....


Rio Neiva – associação de defesa do ambiente

Departamento de Pedestrianismo
Percurso a realizar em colaboração com o Departamento de Canoagem e BTT, inserido na Semana Cultural de Antas


Vamos iniciar o percurso no Largo do Engenho de Esperade, que foi uma serração.
Do outro lado do Rio Neiva, temos a Azenha do Grilo.
Logo que atravessa a ponte, encontra uma árvore do lado direito, sinalizada por dois esteios de pedra.
De que espécie é esta árvore, que tem o nome de uma cidade portuguesa, que anda sempre armada?
Entramos numa freguesia de outro concelho. Qual a freguesia e concelho?
Seguir junto à margem, á esquerda.
Qual a árvore predominante junto à margem a seguir ao Grilo?

Andamos 700 metros e encontramos uma ponte feita com troncos de madeira sobre um afluente do Rio Neiva.
Qual o nome que se dá a este afluente?

A cerca de 1000 metros da partida, encontramos uma edificação em ruínas.
Na sua opinião, para que serviu?

Estamos no Minante!!!

Atravessando a ponte de pedra, entramos na bela Freguesia de S. Paio de Antas, e logo por um dos locais mais emblemáticos desta terra!!!
E agora, queremos saber:
- Quantas industrias havia no Minante?
- De quantas rodas era a Azenha do Minante?
- Que grande pintor utilizou a paisagem do Minante, como cenário?

Passamos o Minante pelo Engenho do Linho, viramos à direita, passamos sob o IC1, viramos imediatamente à esquerda e 50 metros adiante, andando paralelamente ao IC1, viramos à direita.

Enquanto caminhamos, podemos relembrar algumas coisas. Por exemplo:
Como se chama o castro e o monte com o mesmo nome, existente nesta freguesia?

Até aqui, andamos 1680 metros e estamos na Zona Industrial de Antas.
Viramos à direita e seguimos em direcção à EN13.
Ao começar a subir, existe uma poça de rega. Esta poça dá também nome à rua.
Como se chama?

Vemos agora um empreendimento turístico. Qual?

2000 metros. Estamos na EN13.

Atravessar (a correr) a estrada junto à Granineiva e seguir em frente, junto ao parque de estacionamento, virar à direita na Rua da Carvalha.

Vamos andando e respondendo……
Qual é o nome de um benemérito da freguesia de Antas e que mandou construir a primeira escola oficial, fora da sede de concelho, em Antas, e onde hoje funciona a Junta de Freguesia?

2500 metros – Carvalha

Virar à direita, até ao Rio. Aí encontramos vestígios de uma antiga construção. Qual?
Regressamos agora 100 metros atrás e à direita, encontra-se em reconstrução um edifício que já foi uma industria. Qual?
Logo a seguir, outra edificação, mais uma antiga industria as margens do Rio Neiva. Na sua opinião, Qual?

“As doces água do Neiva
Lá vão de várzea em fraguedo
Tão Verdes, tão em segredo
Parece um rio de seiva
Que transbordou do arvoredo”

Como se chama o poeta que viveu uma grande parte da vida em Antas?
Saímos agora da Carvalha na direcção Sul.
As margens que vai encontrar a ladear este caminho, são bastante altas. Na sua opinião, que tipo de solo as compõem?

Siga as marcas do Percurso. Como se chama este PR, marcado pelo Departamento de Pedestrianismo, da Associação Rio Neiva? Na sua frente, vai reparar numa elevação bastante alta.
Qual o nome que se dá a este Monte, e porquê?

Diz a História que um herói português aí esteve a conquistar este espaço aos mouros. Quem foi?

Siga junto à margem.
Vai encontrar um pouco à frente, uma levada ou pequena represa que serviu uma Azenha na margem direita (Castelo do Neiva) e um Engenho de Linho, na margem esquerda (Antas). Como é conhecida esta zona?

Já agora…olhando para esta magnífica e luxuriante vegetação, ao ver correr estas frescas águas do Neiva, diga-nos:
- O que motivou a constituição da Rio Neiva – Associação de Defesa do Ambiente?

Seguimos em frente e chegamos, finalmente, à META do pedestrianismo.
Diga-nos: Como se chama a Azenha e Ponte, que aí se encontra?
Na outra margem e à direita da saída da ponte, encontra-se uma pequena edificação em pedra, muito antiga. Na sua opinião, qual a utilização que lhe era dada?

Volte agora à margem esquerda do rio e siga o caminho que sobe à direita, e ande cerca de 80 metros. Aí vai encontrar, do seu lado esquerdo e sobre a margem do caminho, um monumento.
Tente saber, porque foi lá colocado e em que época.

Volte atrás para a margem do Rio Neiva e saiba que percorreu 3830 metros

Vai agora iniciar a fase da canoagem.

O Departamento de Pedestrianismo (Pé-ante-Pé), deseja-lhe uma boa viagem.

Aproveite para apreciar as margens do NOSSO RIO NEIVA.

Na nossa terra
Corre sempre o lindo Neiva
Que de mansinho
Vai morrer à nossa Foz
Nas nossas veias
Corre ainda, a mesma seiva
Que noutros tempos
Tanto honrou nossos avós!!!!!!!!

Aqui, no Sebastião, entra o Departamento de Canoagem!



O maravilhoso e divertido churrasco, na Foz do Neiva


E, à noite a sardinhada para todo o povo em geral!!!


domingo, 17 de Maio de 2009

GEIRA ROMANA - 22 de Março 2009

Estas fotos foram tiradas e este percurso foi percorrido no dia 15 de Março, numa acção de reconhecimento. No dia agendado para a caminhada com um grupo de 70 pessoas (dia 22), embora nos tivessemos deslocado à Geira, não a conseguimos percorrer porque um violento incêndio lavrava a serra, e esteve em grande risco a bela Mata da Albergaria. O grupo, embora com tristeza não pode concretizar o passeio, e felizmente embora ameaçada a mata não foi atingida. Ficam as belas imagens!
A Via Romana nº 18 do Itinerarivm Antonini ( um roteiro do séc. IV que chegou até nós), popularmente conhecida por “ Geira” é uma das estradas militares construída presumivelmente no ultimo terço do séc. I d.C., ligando Bracara Avgvsta a Astvrica Avgvsta ( actual Astorga). Num percurso de 215 Milhas.























A Mata de Albergaria é um dos mais importantes bosques do Parque Nacional da PenedaGerês (PNPG), constituída predominantemente por um carvalhal secular que inclui espécies características da fauna e da flora da Serra do Gerês. Guarda também um troço da Via Romana - Geira - com as ruínas das suas pontes e um significativo conjunto de marcos miliários. A baixa presença humana nesta mata não rompeu, até há poucos anos, o frágil equilíbrio do seu ecossistema, cuja riqueza e variedade contribuíram para a sua classificação pelo Conselho da Europa, como uma das Reservas Biogenéticas do Continente Europeu. É também, nos termos do Plano de Ordenamento do Parque, classificada como Zona de Protecção Parcial da Área de Ambiente Natural.


















Portela do Homem


"Estou a vingar-me mais uma vez, a olhar esta Geira Romana e os seus marcos delidos. Estou a vingar-me de quantos Césares o mundo tem dado, convencidos de que basta mandar fazer calçadas e pontes, gravar numa coluna a era e o nome, para que a eternidade fique por conta deles.” Miguel Torga, Diário IV

MONTE FARO - VALENÇA - 21 de Fevereiro







Capela de Stº Ovídio









Vamos....rápido!! "eles" vão subir... mesmo....

mas, será que compensou????? o jeep fumegou, não deve ter ficado em muito bom estado!

Mas como nós andamos a pé, a disfrutar da natureza, sem poluição (pelo menos aqui), seguimos o nosso caminho e já nos sentimos mais seguros....

BRANDAS DE SISTELO - 18 de Janeiro 2009

Este percurso localiza-se nas faldas da Serra da Peneda, mais precisamente na aldeia de montanha de Sistelo, a cerca de 22 km a norte de Arcos de Valdevez.

Partimos do centro da aldeia de Sistelo, e iniciamos o percurso que nos levará a visitar o rústico
casario e os típicos espigueiros que vão surgindo e decorando a aldeia. O caminho empedrado leva-nos a sair da aldeia para tomarmos um carreteiro que nos conduzirá, numa serpenteante subida, até à Chã da Armada, onde podemos constatar a beleza da paisagem que nos rodeia.
Nesta deslumbrante vista panorâmica - moldada, durante séculos, pelas gentes da montanha, destaca-se o lugar de Padrão, o qual parece encontrar-se como que suspenso na íngreme encosta
da montanha. Deste planalto de montanha, seguimos em direcção a Este, por um caminho
pouco nítido, que mais se assemelha a um trilho de pastores e que, pouco a pouco, dará lugar a um carreteiro. Este magnífico carreteiro, que nos leva a percorrer a linha de cumeeira sobre uma das vertentes do Rio do Outeiro, vai desembocar na branda de gado de Rio Covo, a qual pertence a Sistelo.
As brandas são formas de ocupação humana dos espaços de montanha, constituindo um apoio importante às populações pastoris da Serra da Peneda, cuja utilização é sobretudo na época estival.
Abandonando a branda, seguimos caminho por entre um belo bosque misto de coníferas
e folhosas que dará lugar a um planalto constituído por matos rasteiros. Trata-se de uma zona
de pastagem que circunda os campos adjacentes à branda do Alhal - uma branda de cultivo e de gado, pertencente ao lugar de Padrão. Daqui, seguimos por um carreteiro, cujas lajes testemunham a sua antiguidade e intensa utilização, que, serpenteando para vencer os fortes desníveis, nos permitirá a descer até ao lugar de Padrão. Este pitoresco lugar ainda mantém a traça tradicional das aldeias da montanha do Minho, encontrando-se rodeado por socalcos onde se cultiva o milho e se produz feno e pasto para o gado bovino de raça cachena e barrosã.
Ao sair de Padrão tomamos o caminho lajeado que nos levará a cruzar os campos e lameiros.


































18 DE JANEIRO
Se no dia do reconhecimento estava um dia de neve e frio, o dia escolhido para a caminhada em grupo apresentou-se com chuva e as fotos foram poucas, mas temos o percurso coberto de branco, bem documentado, do dia 10 de Janeiro.




domingo, 12 de Abril de 2009

"AZENHAS DE ANTAS "- 14 DE DEZEMBRO

Antas – Monumentos funerários megalíticos.

Antas (S. Paio) – freguesia do concelho de Esposende, distrito de Braga.
Em suave declive nascente/poente, emoldurada pelos Montes da Senhora da Guia, Monte D’Antas e Cividade, tem como vizinha, a nascente, a vila de Forjães, e as freguesias de Vila Chã e Belinho a sul, tendo a poente o Oceano Atlântico e a norte o Rio Neiva.
Foi precisamente este Rio que nos levou a pensar neste percurso.
De beleza ímpar tem, ao longo das suas margens, pequenos moinhos, engenhos e azenhas centenárias que convém conhecer e preservar, mas, já lá vamos…
O nosso percurso tem início na parte mais alta da freguesia, no pequeno mas agradável Parque das Merendas de Azevedo.
Daí subimos em direcção à Igreja e ao seu magnífico Adro, onde podemos encontrar um dos mais bonitos Cruzeiros Paroquiais do Minho.
Junto à estrada municipal e integrado no complexo paroquial, encontramos a “memória” de uma Anta ou dólmen que deu origem ao nome da nossa terra, mandado erigir pela Junta de Freguesia. Continuamos a nossa caminhada e subimos até ao Monte de Antas, para ver o Mehir (monumento megalítico, classificado de imóvel de interesse público – Port. De 13/07/1976 pelo Min. Ed. Inv. Cient.).
Temos então uma visão soberba de quase toda a freguesia.
O monte, o vale, a planície, o rio, o céu azul com a mar ao fundo.
Vamos continuar e percorrendo parte do interior da aldeia, subimos um pequeno carreiro que ladeia o local onde foi em 1939, foram encontradas várias necrópoles eneolíticas e que se podem ver no Instituto de Antropologia do Porto.
Deixamos para trás o casario e entramos na zona de floresta conhecida por Peneirada. Logo no início vamos encontrar uma ruína de um antigo Moinho de Vento e que pela sua localização mostra as alterações que sofreu a vegetação.
Continuamos a nossa caminhada por entre pinheiros, sobreiros, carvalhos e eucaliptos. Vamos encontrar destes últimos, junto ao trilho, dois exemplares de porte invulgar pelo seu tamanho e volume.
E, chegamos, finalmente ao Rio Neiva.
Na nossa terra
Corre sempre o lindo Neiva
Que de mansinho
Vai morrer à nossa Foz
Nas nossas veias
Corre ainda, a mesma seiva
Que noutros tempos
Tanto honrou nossos avós!



Na margem esquerda as ruínas de um engenho, o de Esprade, na margem direita, a Azenha do Grilo, que embora situada na freguesia de S. Romão do Neiva, Viana do Castelo, é propriedade de naturais de Antas e foi explorada por pessoas da nossa terra.
Continuemos, agora a nossa caminhada na margem do Rio Neiva e é ver frondosos carvalhos, freixos, salgueiros, amieiros e toda uma panóplia de árvores, assim como melros d’água, guarda-rios, garças cinzentas, que aqui nidificam. Vá com atenção, as lontras andam por aqui.....


Percorrido cerca de 1 Km, chegamos ao Minante.


Na margem direita, as ruínas de um engenho, na margem esquerda um dos ex-libris da nossa terra: “As Azenhas do Minante”. Verdadeira industria de outros tempos, concentrava num só pólo, azenha de milho, trigo, serração de madeiras, engenho de linho e alambique.
Vamos passar a A-28 e atravessar o núcleo industrial de Antas. Chegamos à EN13 (Porto/Viana) e voltamos às margens do Neiva. Aí encontramos mais um engenho, o do Liazar. Alguns metros mais e estamos na passagem da antiga Estrada Romana. Num penedo, um antiquíssimo Nicho.
Vamos agora chegar à Carvalha. Encontramos as ruínas de uma antiga ponte e o engenho e azenhas da Carvalha. Subimos, agora, para o denominado Monte de Guilheta, e, sempre, junto ao Rio Neiva, vamos encontrar um magnífico trecho, entre fragas do Monte do Castelo e do Monte de Guilheta.



Lá bem junto ao rio, num local de beleza sem par, vemos na margem direita (Castelo do Neiva), a Azenha do Palhurdo, e, logo depois, na margem esquerda, a Azenha do Sebastião ou Azenha Branca, hoje convertida em turismo de habitação. Na margem direita, junto à levada ou açude, um exemplar único na região: uma pesqueira (armadilha para peixes).
Vamos voltar ao povoado e atravessar o Lugar de Guilheta. Pouco andamos e chegamos à Capela de Sta Tecla, local de rara beleza.
Aí junto, houve um engenho, hoje convertido em habitação.
Continuamos a descer junto ao rio até ao Paúle da Tapada e voltamos a nascente, atravessando campos de cultivo, entre as freguesias de Antas e Belinho. Vemos já o promontório da Senhora da Guia e da Cividade. No alto deste último, vestígios de uma povoação castreja.
Vamos passar-lhes ao meio, pela Portela (passagem entre dois montes).
Ao lado a pequena ermida de S. Cristovão.
Do alto da Portela, olhe para o mar!!!






Vamos descer e encontrar do nosso lado esquerdo a Azenha do Arroio (Inverneira).

E chegamos, infelizmente, ao fim.
Estamos no Parque de Azevedo.
Aproveite o espaço e as mesas…..merende!!!!





Saudades da minha terra
Deus me não as tire da ideia:
Por elas, até parece,
Que vivo na minha aldeia.
( A. Correia de Oliveira)








































O dia 14 de Dezembro de 2008 foi especial para todos nós que lutamos muito para que este percurso fosse inaugurado.



Muitos foram convidados.... poucos apareceram... não era ano de eleições!!!! Nós cá estaremos... Sempre!!!



Nós sabemos que chovia, que estava frio, mas também sabemos que é importante criar infraestruturas desportivas e que não é fácil sem ter associações que as suportem, e que é suposto as autarquias acarinharem estas iniciativas e que no caso de Antas, tivemos o apoio da Junta de Freguesia...mas a que custo??? Não queremos falar em termos monetários porque essas contas para nós são difíceis, em termos de verbas, porque sabemos que vamos ter uma actividade, não que temos uma actividade sempre suportada pala autarquia, como, sem suporte de associação e apenas pela autarquia e sem suporte da autarquia, vão sendo realisadas com pompa e circuntância muitas actividades no âmbito do pedestrinismo, mas nós RIO NEIVA, sem qualquer suporte, que não fosse o da Junta de Freguesia, e o nosso esforço pessoal, realizamos um bom trabalho..


sem o poder central, que neste caso e pará nós, quer dizer, Câmara Municipal...Turismo....alguém que se chegue à frente e que diga: -Estamos aqui, e para apoiar as iniciativas dos nossos municipes.......



Do mar à serra, entre os dois
A terra dos nossos pais
Igrejas, hortas, casais…
Que ninho de rouxinóis!
Que poiso de águias reias!
(A. Correia de Oliveira)

terça-feira, 13 de Janeiro de 2009

13 DE DEZEMBRO - "O JANTAR"


























terça-feira, 25 de Novembro de 2008

PR 1 - AZENHAS DE ANTAS

É já no próximo dia 14 de Dezembro que com muito esforço, empenho, trabalho e dedicação, vamos apresentar o nosso percurso - AZENHAS DE ANTAS.
Para o conseguir, idealizamos e trabalhamos sem nunca deixar de olhar o objectivo.
Tivemos a ajuda da Junta de Freguesia e o apoio dos Elos da Montanha.
Já há meses e pensando valorizar o percurso, começamos a plantar azevinhos....
Parte do percurso, de rara beleza, estava completamente cerrado por silvas, mato e a mais diversa vegetação que ao longo dos anos foi crescendo livremente porque as pessoas deixaram de fazer deles os seus caminhos.

Depois de muito trabalho, vem a recompensa.......
A NOSSA PRIMEIRA MARCA.....

A nossa Historia

A minha fotografia
pé-ante-pé
Antas - Esposende., Portugal
***Rio Neiva – associação de defesa do ambiente*** -Departamento de Pedestrianismo- O departamento deu os primeiros passos num encontro de vontades. Vontade de fazer algo diferente, vontade de ter um grupo para caminhar e conhecer mais de perto a natureza, vontade de partilhar experiências, vontade de ir… perto ou longe, mas simplesmente caminhar e conhecer de uma forma saudável e activa, sem compromissos que não sejam de exclusividade com a preservação da natureza e com o respeito pelas gentes e costumes. Um pequeno grupo foi lançando o repto a quem lhe estava próximo e devagarinho, pé ante pé, a vontade tornou-se uma realidade incontornável: Havia muita gente com vontade de fazer das caminhadas o seu desporto. A existência de uma associação de defesa do ambiente, a Rio Neiva, na freguesia de Antas, concelho de Esposende, local de residência ou naturalidade dos membros do grupo, logo criou um ponto de partida para uma organização e nasceu o departamento de pedestrianismo da Rio Neiva – associação de defesa do ambiente.
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